Conheça a Praia do Francês, uma das dez mais bonitas do País

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A 18 km de Maceió, no município de Marechal Deodoro, a Praia do Francês é um dos points mais badalados do litoral de Alagoas, e é considerada uma das dez mais bonitas do Brasil. O francês que lhe dá nome não é um turista, ignoto ou ilustre: antes, refere ao contrabando de pau-brasil organizado por piratas e corsários franceses

A praia tem areia fofa e clara, que junto com a vegetação nativa de coqueirais e as restingas produz a sensação de estar no paraíso. E há praia para todos os gostos: enquanto os surfistas aproveitam as boas ondas do canto direito da praia, famílias fazem snorkeling nas águas do canto esquerdo, onde uma barreira de recife forma uma piscina natural. Ainda é possível mergulhar, passear de barco e levar uns tomos divertidos no banana-boat.

Em palhoças simples, concentradas num centrinho na orla, vendem-se petiscos, peixes e frutos do mar. Pousadas, hoteis e campings oferecem opções de hospedagem adequadas a todos os gostos e bolsos.

Recomenda-se ir, caminhando durante a maré baixa ou de barco pela Lagoa Manguaba, até a Praia do Saco da Pedra, localizada dentro de uma reserva ambiental. Também pode se chegar de carro, atravessando propriedades particulares. Na Reserva fica também a ilha de Santa Rita, maior ilha lacustre do país, com mais de 12 quilômetros quadrados de superfície, local de pouso de aves migratórias.

Buraco Azul no mar de Belize pode ser visto desde o espaço

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Belize é um país bem peculiar. Trata-se do único da América Central que tem o inglês como língua oficial e é igualmente o único a não ser banhado pelo Oceano Pacífico. Fora isso, também tem status de menos populoso do Caribe. No turismo, seus destaques são ruínas maias, uma densa natureza, incomparável na região, e boas opções de mergulho na maior barreira de coral do hemisfério norte.

O principal ponto turístico desse país espremido entre México e Guatemala é o Grande Buraco Azul: um gigantesco buraco no mar, com 125 metros de profundidade e 300 de diâmetro. Sua impressionante tonalidade escura pode ser vista do espaço. Graças à sua água cristalina, a luz solar chega até 60 metros de profundidade criando um habitat rico e harmônico, onde os mergulhadores podem se aproximar de tubarões e arraias sem medo de ser atacados.

Os 290 quilômetros do Sistema de Reservas de Barreira do Recife de Belize, Patrimônio da Humanidade segundo a Unesco. Há 70 diferentes tipos de corais duros, cerca de 500 espécies de peixes, além de golfinhos, tubarões-baleia e tartarugas. Para avistá-los, basta chegar nos atóis de Turneffe e Glovers. Outros pontos interessantes para praticar mergulho são a reserva marinha Hol Chan, Caye Caulker e Gladden Spit.

As melhores praias podem ser encontradas em Placencia, no sul do país, mas o grande diferencial desse pequeno país está em suas ilhas, com destaque para Ambergis Caye e Caye Caulker. A primeira é maior e tem excelente infra-estrutura para receber turistas, atraidos pelo Grande Buraco Azul. Caye Caulker, no entanto, é mais intimista e atrai principalmente mochileiros e mergulhadores.

Cerca de 40% do território de Belize está sob proteção ambiental do governo. O santuário ecológico Crooked Tree Wildlife talvez seja o melhor ponto do Caribe para avistar pássaros. Já quem busca adrenalina deve ir ao santuário Cockscomb Basin, primeira reserva para jaguares no mundo. Outros felinos encontrados são o puma, a jaguatirica, gato-maracajá e gato mourisco.

Belize também atrai pelos restos da cultura maia. A cidade arqueológica mais procurada é Caracol, no coração da reserva de Chiquibul. Aqui, está a maior construção feita por um homem em Belize: Canaa (significa "lugar no céu") de 43 metros de altura. Disputa a primazia a Lamanai. A diferença é que essa, além da herança maia, possui igrejas e um engenho de açúcar frutos da colonização espanhola. Em Lamanai, o acesso se faz somente de barco, pelo rio New River. Outras boas opções de ruínas são Actun Tunichil Muknal, Tikal, Cerros e Xunantunich.

Maior São João do mundo

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O Parque do Povo é o palco principal dos festejos juninos em Campina Grande, na Paraíba. A cidade promete sacramentar a sua condução de cidade promotora do Maior São João do mundo, com inúmeras atrações

A programação de shows do Maior São João do Mundo faz jus a origem do termo forró (for all), ´é para todos´. De 4 de junho a 4 de julho, o palco do Arraial Hilton Mota irá reunir o melhor da música popular nordestina, com atrações que apresentarão do xote, xaxado, baião ao arrasta-pé dos artistas populares e o som contagiante do forró eletrônico.

A Prefeitura Municipal de Campina Grande investiu numa programação especial que promete atrair uma multidão de forrozeiros campinenses e turistas para o Parque do Povo durante os trinta dias de festa. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Gilson Lira, disse que a determinação do prefeito Veneziano Vital do Rêgo é para que, este ano, o São João de Campina tenha a maior de todas as suas edições, com a melhor e mais democrática programação do Brasil.

A noite do dia 4 de junho abre o Maior São João do Mundo em grande estilo, com a Orquestra Sinfônica da Paraíba tocando clássicos da música nordestina, o cantor Jairo Madruga anunciando o show pirotécnico, a animação da banda Aviões do Forró e a irreverência de Ton Oliveira.

O cantor e compositor Flávio José e a rainha do forró, a cantora Eliane, darão o tom de romantismo na véspera do Dia dos Namorados. Já no dia do santo casamenteiro (13), os casais irão dançar ao som do cantor Waldonys e da Banda Afrodite.

Nomes lendários do forró passarão pelo Palco do Arraial Hilton Mota, a exemplo do tocador de forró, Santana, que no dia 3 estará apresentando um repertório recheado de composições próprias. O cantor Zé Ramalho, atração bastante esperada no dia 29, promete lotar o Parque do Povo.

No terceiro final de semana, dia 18, o destaque é para o seguidor do Rei do Baião, Dominguinhos, dando um show de cultura e animação no domínio da sanfona. Nesse dia também se apresentará o poeta Amazan. Uma multidão é esperada na noite do dia 23, que terá Elba Ramalho, Os Três do Nordeste, Tony Dumont e Coroné Grilo, anunciando a chegada do Dia de São João.

O São João de Campina Grande encerra com o show da banda paraibana Magníficos, do cantor Petrúcio Amorim, Forró do Muído e Forrozão Karkará, torcendo para que a Seleção Brasileira dispute a final da Copa do Mundo para que a festa prossiga por mais sete dias.

A cidade

Cidade de características marcantes, Campina Grande acumula sobre toda sua trajetória conquistas que lhes evidenciam por seu potencial congênito. Geograficamente privilegiada, situada bem no centro do Estado da Paraíba, a Rainha da Borborema é uma cidade-polo, liderando geográfica e politicamente outros 60 municípios ao seu redor.

Campina apresenta condições de acesso às principais cidades do Nordeste, pois fica distante apenas, em média, 150 quilômetros de cidades como João Pessoa, Recife e Natal, dentre outras. Com cerca de 400 mil habitantes, a maior cidade do interior do Nordeste destaca-se, economicamente, no setor da prestação de serviços, no comércio e é uma forte referência na produção de tecnologia, fabricando softwares vendidos para várias partes do mundo, com reconhecida qualidade tecnológica e funcional.

Hoje, a cidade se apresenta como uma excelente formadora de mão-de-obra especializada, principalmente na área tecnológica, graças às suas cinco universidades, com cursos, sobretudo, na área de Ciência & Tecnologia.

Grande por natureza, Campina segue no caminho do desenvolvimento, destacando-se como o ´Município mais Dinâmico do Brasil´, segundo o Atlas do Mercado Brasileiro 2007 elaborado pelo jornal Gazeta Mercantil, e como uma das melhores cidades do Brasil para construir carreira profissional de acordo com uma recente pesquisa divulgada pela revista Você S/A.

Terra de um povo hospitaleiro e de clima frio e aconchegante, teve sua belezas cantadas por grandes nomes da música nordestina, a exemplo de Jackson do Pandeiro, que dizia assim: ´Ó linda flor, linda morena. Campina Grande, minha Borborema´.

SÃO JOÃO

Caruaru espera 2 milhões de turistas

A 130 quilômetros do Recife, Caruaru, capital do Agreste pernambucano, se orgulha de ter um São João superlativo onde tudo é maior: a festa, as comidas típicas à base de ingredientes locais, o número de atrações e até mesmo a quantidade de dias de festa. No total, a celebração do ciclo junino se estende por 30 dias (28 de maio a 29 de junho), uma oportunidade imperdível para aqueles que são fãs do mais nordestino dos ritmos - o forró - ou para quem quer fazer uma imersão na cultura local.

Em 2010, são esperados dois milhões de visitantes durante os 30 dias de festa. No período, uma maratona de mais de 400 atrações irá se dividir em cinco polos de animação que contemplam as mais variadas manifestações do forró: pé-de-serra, bandas de pífanos, trios de zabumba-sanfona-triângulo, quadrilhas juninas, festival de sanfoneiros e atrações de porte nacional que se dedicam ao tema, como Elba Ramalho, Gilberto Gil, Dominguinhos, Alceu Valença e Zé Ramalho.

Neste ano, destaque também para o Maior Baião do Mundo, um grande encontro que acontecerá no palco principal, no dia 23 de junho, com os cantores Zélia Duncan, Lenine, Paulinho Moska, Luiza Possi, Ortinho e Junio Barreto.

Além das atrações musicais, Caruaru se transforma em um verdadeiro celeiro cultural e gastronômico no período da festa. Os polos de animação contemplam todos os públicos: do infantil ao adulto. O Polo Cultural da Estação Ferroviária - Arraial Mestre Vitalino, situado no coração de Caruaru, irá agregar 14 espaços, como museus, São João do Carneirinho (para crianças, com cidade cenográfica infantil e parque temático de diversões); Salão de Artes Plásticas, Casa Mestre Vitalino, Galpão da Moda Junina e polos de gastronomia e cultura.

O Polo Parque de Eventos Luiz Gonzaga abriga a Vila e o Pátio do Forró. Ali acontecerão os shows que irão animar o público. Na Vila, o mais autêntico forró-pé-de-serra com casamentos matutos. O Pátio, por sua vez, tem capacidade para receber mais de 100 mil pessoas e é lá que acontecerão mais de 400 apresentações nos 30 dias de festa. O espaço contará com estrutura de palco giratório.

O Polo Alto do Moura é considerado o maior centro de arte figurativa da América Latina pela Unesco, além de ser um polo gastronômico. Ali, haverá apresentações de trios pé-de-serra e bandas de pífano e os ateliês dos artistas estarão abertos durante os 30 dias de festejos.

O Polo Forró do Candieiro é um enorme arraial popular montado dentro do Pátio de Eventos, enquanto o Polo das Quadrilhas é um espaço inteiramente dedicado aos grupos do Estado e toda a região Nordeste.

Alagoas de todos os tempos

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Acima, Pontal de Coruripe, atração para os que visitam Maceió (abaixo) e desfrutam desta paisagem
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28/5/2010
O passado se apresenta nos passeios aos engenhos, que deram origem a Maceió. O presente revela uma capital bonita e radiante pelas cores do mar. O futuro é promissor diante das perspectivas de crescimento do turismo e de novos investimentos em hotelaria. Para crescer, Alagoas precisa de uma malha aérea eficiente, com voos regionais que abram caminhos entre as capitais

O Estado é fascinante como reduto das águas. Além das lagoas, o Rio São Francisco dá sua contribuição ao cenário numa extensão de 200 quilômetros. A História do Brasil tem suas marcas nos municípios de Penedo, Marechal Deodoro e União dos Palmares. Outro município que entra na história é Coruripe, que disputa ser "a primeira terra avistada pela esquadra de Cabral". Quem afirma é o historiador Jayme de Altavila, baseado em informações de João de Barros e Fernando Gama. Eles dão outra versão para o descobrimento do Brasil e dizem que, no dia 21 de abril de 1500, os portugueses avistaram as barreiras brancas e vermelhas de Jequiá (emancipada de Coruripe) e ancoraram a esquadra portuguesa na enseada do Rio Coruripe.

Polêmicas à parte, Coruripe entra no Roteiro Integrado da Civilização do Açúcar, desenvolvido nos Estados de Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Consta do passeio uma visita à Usina Coruripe, que produz açúcar e álcool e desenvolve um programa social no entorno. Pontal de Coruripe, que tem como atrativo o farol, é um vilarejo de pescadores e abriga uma associação de artesãs que trabalham com palha do ouricuri (palmeira da região).

Alagoas tem um forte apelo para o turismo. Na capital, Maceió, sol e mar seduzem os visitantes. Nos arredores, o fascínio vem das lagoas que deram nome ao Estado, conhecido como "Paraíso das Águas". São dezenas de lagoas, algumas incluídas nos passeios turísticos. As mais conhecidas são Mundaú e Manguaba. A Lagoa Mundaú, a maior do Estado, banha o bucólico bairro do Pontal da Barra, famoso pela concentração de artesãs que mostram sua arte nas belas peças de artesanato. São muitos os pontos de venda. A maior atração é o filé, renda de origem portuguesa confeccionada no Nordeste e em maior escala em Alagoas. Continua na página 6

Conheça a Ilha de Páscoa antes que ela suma do mapa

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Ali não há jornais todo dia, só quando chegam os voos do Chile, distante 3.700 quilômetros, duas ou três vezes por semana. Não há semáforos, nem engarrafamentos de trânsito, nem rodízio de carros, nem assaltos. A Ilha de Páscoa é também território livre de contaminação do ar. O nome originário da ilha, em idioma Rapa Nui, é Te Pito o Te Henua, e significa nada mais nem nada menos que "Umbigo do Mundo". De fato, os locais não gostam da palavra pasquense. Eles preferem o termo Rapa Nui e o usam para designar sua língua, a ilha, a si próprios, e a praticamente tudo o que envolve sua cultura. Falam da comida rapanui, da beleza rapanui, da terra rapanui ou deles mesmos, os rapanui

Fala-se da energia e dos mistérios guardados neste triângulo de 23 quilômetros de comprimento na base, por 15 e 16 quilômetros de lado. Toda Rapa Nui cabe na metade da Ilha Bela. Grupos de místicos chegam até aqui para carregar as baterias, e a região inspirou dúzias de livros, filmes e até seitas religiosas.O primeiro a falar dos mistérios e da energia mística da cultura Rapa Nui foi o aventureiro e navegante norueguês Thor Heyerdalh, já falecido, no seu livro Aku Aku. Para descobrir as energias da ilha basta ir até o sitio de Te Pito Kura com uma bússola: no local há uma pedra quase redonda com mais de meio metro de diâmetro, que possui um magnetismo tão poderoso que a bússola simplesmente perde o rumo e gira sem norte. Outros pontos de energia, ou mana em língua rapanui são o ahu ou altar cerimonial dos sete moai de Akivi, a pedra oval de Tepito Kura, a caverna de Te Pahu, e um ponto específico no monte Terevaka, o mais alto da ilha.

Houve também teorias que defenderam a presença de extraterrestres na ilha num passado não tão distante. Isso explicaria a construção e o traslado das enormes figuras de pedra que há espalhadas por toda a ilha, os misteriosos moai. De fato, eles impressionam. Como, por quê e para quê foram erigidas essas 887 figuras? E como uma mole de pedra que pode pesar 80 toneladas e mais, percorreu distâncias de até 20 quilômetros sem sofrer nenhum atrito aparente?

O vulcão Rano Raraku foi o canteiro de obras onde os antigos Rapa Nui realizaram seu trabalho megalítico. De suas paredes saíram as figuras previamente esculpidas, e isso se percebe não só pelos espaços vazios mas principalmente pelos moai que ainda dormem em suas encostas. Talvez o visitante não fique tão impressionado ao passar ao lado do que há na trilha, mas é bom saber que eles estão enterrados e só vemos sua cabeça. Se quiser ter a visão real de uma figura inteira, há dois que devem ser visitados. O primeiro é um que está do lado direito do vulcão, ainda sem ser arrancado da rocha. O outro, e mais famoso, é o gigante que dorme na encosta leste a poucos metros do anterior, caminhando à esquerda. Tem 23 metros de comprimento, e seu peso é estimado em 400 toneladas.

Os moai estão geralmente instalados em plataformas de pedra, e esse conjunto arquitetônico leva o nome de ahu. Há dois que merecem uma visita. O maior de todos é o ahu Tongariki, com 15 estátuas, no setor leste da ilha. Ele foi recentemente reconstruído com muito trabalho e a ajuda inestimável de um guindaste poderosíssimo. As figuras tombaram depois de que um tsunami, ocorrido o 22 de maio de 1960, passara pela ilha com ondas de 12 metros. Ele foi produzido pelo maior terremoto-maremoto que houve no Chile, considerado a maior cataclismo na história recente da Terra. Vendo hoje essas imensas estatuas em pé, dá para imaginar o poder da onda que varreu o lugar nesse dia de maio. Outro ahu interessante é o de Akivi, com cabalísticos sete moai. Dizem que ele possui muita energia e, além desse lado místico-energético, é o único que tem as figuras olhando para o mar.

Depois de se maravilhar com as figuras de pedra, é bom descobrir os outros atrativos da ilha. A cratera do vulcão Rano Kau é o lugar mais impressionante, com seu 1,5 quilômetro de diâmetro e seus 200 metros de profundidade. No fundo há centos de lagoas de água doce. No extremo sudoeste da cratera e numa estreitíssima planície se encontra a aldeia cerimonial de Orongo. Conta-se que Thor Heyerdalh descobriu em Orongo um observatório solar, que marca com precisão os equinócios de inverno e verão.

Merecem uma visita as praias de Anakena ou Ovahe, as únicas de Rapa Nui. A primeira é maior, com areia fina e branca, águas tranquilas, cristalinas e ligeiramente mornas. A pequena baia está protegida por coqueiros e há uma área de piquenique, com mesas e banheiros. É um bom lugar para passar a tarde e, mesmo em alta temporada, a praia nunca fica cheia. Já Ovahe deve ser visitada bem cedinho de manhã, porque o sol bate bem até meio-dia. Depois, a alta parede de rocha vermelha que protege suas costas faz sombra e a pequena prainha perde grande parte de seu encanto. Suas areias são cor de rosa e não é aconselhável tomar banho alem das ondas, por causa da forte ressaca e das muitas rochas ocultas embaixo d´agua. Ovahe vale pelo seu visual.

Um outro ponto para não se perder é a paisagem em 360 graus do Pacifico que permite o monte Terevaka, o mais alto da ilha. Tem-se a impressão de perceber a curvatura da Terra. Chega-se num jeep 4x4: o caminho é tortuoso , mas vale a pena ir até lá. Dentro dos passeios obrigatórios está o por do sol visto desde o ahu Tahai, perto do povoado de Hanga Roa.

Parque Nacional da Serra dos Órgãos: paraíso perto do Dedo de Deus

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Parque Nacional da Serra dos Órgãos, a 80km da cidade do Rio de Janeiro, é um dos preferidos por quem gosta de fazer trilhas e escaladas e está cheio de boas novidades. Fique atento à beleza das flores do parque. Para ver a bicharada de perto, são necessários paciência e silêncio.

A ligação é imediata. Falar de Rio de Janeiro é falar de praias. Mas que tal voltar os olhos para o outro lado? O que se encontra é a Serra do Mar, uma cadeia fantástica de montanhas, que começa no Espírito Santo, atravessa os estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e só vai terminar no norte de Santa Catarina. Uma amostra das belezas dessa paisagem é encontrada nos 11 mil hectares do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, que fica a 80 quilômetros da capital fluminense.

A Serra dos Órgãos foi batizada pelos colonizadores portugueses, inspirados pelo formato dos picos da cadeia de montanhas da região, que lembravam os órgãos das igrejas européias. Por aí já dá para imaginar a beleza do parque, que foi criado em 1939. Sua área abrange os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.

Em pouco mais de uma hora e meia de estrada, a diferença climática para quem deixa o Rio em direção ao parque é tão grande que a gente sai da cidade derretendo, sob um calor de 37 graus, e passa as noites no parque dormindo de moleton, embalado em edredom. À noite, além do clima, o silêncio e o ar puro renovam as forças para encarar as trilhas, de dia. Essa é a química local. Uma noite dormida na serra equivale ao descanso que se tem em dez noites no Rio de Janeiro, durante o verão. Ainda mais em tempos de apagão, com ar-condicionado e ventiladores praticamente servindo de enfeite dentro de casa.

Longe do calor excessivo e do mar, não quer dizer, necessariamente, longe do sol e das águas. O Parque Nacional da Serra dos Órgãos é abundante em rios e cachoeiras fantásticas para banho. Tanto que sua piscina natural já foi batizada de Prainha de Teresópolis, por causa da quantidade de visitantes que recebe nos finais de semana. Basta ficar alguns minutos exposto ao sol da montanha e a coragem para um mergulho nas águas frias da piscina logo aparece. Elas são ótimas também para ajudar a recarregar as energias gastas depois de horas (ou até dias) de caminhada pelas trilhas.

Se você não é montanhista mas gosta de enfrentar aventuras, saiba que no Parque Nacional da Serra dos Órgãos há guias autorizados pelo Ibama para conduzir os novatos até o cume dos picos mais difíceis. Eles levam equipamentos profissionais e fazem acompanhamento metereológico por computador, para saber se as condições climáticas são favoráveis. Dão até dicas das técnicas do alpinismo. É possível escolher trechos mais ou menos complicados. Tudo depende do gosto do freguês.

Visto para os Estados Unidos passa a ter validade de 10 anos

Prazo que era de cinco anos foi estendido.
Medida vale também para americanos que queiram viajar ao Brasil.

O visto para viagens aos Estados Unidos passa a ter validade de 10 anos a partir desta sexta-feira (28). A regra vale também para americanos que queiram viajar ao Brasil. Antes da mudança, a validade máxima dos vistos era de cinco anos.

Além de esticar o prazo de validade, Brasil e Estados Unidos decidiram eliminar a cobrança de uma taxa extra que era exigida para a retirada de vistos específicos para viagens de negócios, de estudantes e de intercâmbio para professores visitantes em ambos os países. Essas categorias, contudo, vão continuar pagando a taxa básica para a retirada do documento.

O acordo entre os dois países que possibilitou a ampliação do visto foi aprovado pelo Senado em fevereiro deste ano. O projeto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado.

O custo para a concessão e ou renovação do visto é de R$ 38 (para agendamento da entrevista) e de US$ 131 (convertidos em real de acordo com a cotação da moeda no dia de pagamento da taxa) para a obtenção de fato da autorização de entrada no país